Uma empresa construída camada por camada
Do interesse pelo passado ao trabalho com quem quer conhecê-lo de perto.
← Voltar ao InícioDe Curitiba para os sambaquis do litoral
A Sambaqui surgiu em 2019 a partir de uma observação simples: a maioria dos roteiros turísticos pelo Brasil passa ao largo do que torna o país realmente fora do comum — o patrimônio pré-colonial, as cidades do ciclo do ouro, os sítios que os próprios brasileiros raramente visitam.
Os fundadores trabalhavam com pesquisa histórica e coordenação de projetos culturais. Perceberam que havia demanda por um serviço diferente: não um pacote de turismo, mas um planejamento cuidadoso feito por quem conhece os lugares de dentro — os horários reais de funcionamento, os guias que trabalham nas escavações, as hospedagens que estão de fato bem posicionadas para o roteiro.
Curitiba é a base porque é um ponto de chegada fácil e uma cidade com boa infraestrutura, mas o trabalho da Sambaqui cobre todo o território nacional. Maranhão, Piauí, Minas Gerais, Bahia, Pantanal, litoral norte e sul — cada região tem sua camada de história e de paisagem, e a proposta é ajudar viajantes a lerem essa estratigrafia com calma.
O que orienta o trabalho
A Sambaqui não opera como agência de viagens convencional. Não há catálogos de pacotes, não há comissões embutidas de hotéis ou transportadoras. O serviço é de consultoria e coordenação: cobramos pelo trabalho de planejamento e pelo acompanhamento, não pela intermediação.
Isso significa que a seleção de hospedagens e prestadores é feita com base em critérios objetivos — localização em relação ao roteiro, padrão de serviço documentado, respostas anteriores a situações imprevistas — e não em acordos comerciais.
A missão é que o viajante chegue a cada ponto do roteiro com contexto suficiente para aproveitar o que está diante dele, sem surpresas operacionais que tirem o foco da experiência.
As pessoas por trás dos roteiros
Mariana Cortez
PLANEJAMENTO E ROTEIROS
Historiadora com passagem pelo Iphan e por projetos de mapeamento de sítios arqueológicos no Nordeste. Responsável pela estrutura dos roteiros patrimoniais e pelo contato com especialistas de campo.
Rodrigo Figueiredo
COORDENAÇÃO E LOGÍSTICA
Com experiência em gestão de operações de campo em regiões remotas, Rodrigo cuida da coordenação de transfers, voos internos e articulação com operadores e guias durante toda a jornada.
Tatiana Nascimento
HOSPEDAGEM E ATENDIMENTO
Especializada em hotelaria de médio e pequeno porte, Tatiana faz a pesquisa e a seleção das hospedagens, com foco em imóveis bem posicionados para o roteiro e com padrão de serviço verificado.
Como garantimos a qualidade do serviço
Verificação prévia dos locais
Antes de incluir um sítio ou atrativo no roteiro, verificamos horários de funcionamento, estado de conservação e disponibilidade de acesso com informações recentes.
Guias com registro formal
Os guias e especialistas indicados nos roteiros possuem registro no Cadastur ou credenciamento específico para parques nacionais e sítios sob gestão do Iphan.
Operadores com documentação regularizada
Transportadoras, operadores de voos cênicos e prestadores de serviços turísticos são selecionados com base em documentação, avaliações independentes e histórico de atendimento.
Privacidade dos dados do viajante
As informações fornecidas pelos viajantes são usadas exclusivamente para o planejamento e a coordenação da viagem, sem compartilhamento com terceiros além dos prestadores envolvidos.
Revisões incluídas no processo
O roteiro é um documento vivo até a confirmação final. O processo inclui rodadas de revisão para ajuste de dias, ritmo, hospedagens e atividades conforme o feedback do viajante.
Respeito aos territórios visitados
Os roteiros consideram a capacidade de carga dos sítios, as normas de visitação de áreas protegidas e o impacto sobre comunidades locais, priorizando operadores que trabalham dentro dessas diretrizes.
Planejamento de viagens com base em conhecimento territorial
O Brasil tem uma das maiores densidades de sítios arqueológicos do continente americano, mas poucos roteiros turísticos fazem justiça a essa realidade. Os sambaquis do litoral sul e sudeste, as pinturas rupestres da Serra da Capivara no Piauí, os sítios ceramistas da Amazônia — cada um desses locais exige planejamento diferente, contato com gestores distintos e um nível de preparação que vai além de reservar passagem e hotel.
A Sambaqui trabalha com esse nível de detalhe porque é onde a diferença aparece. Um viajante que chega à Serra da Capivara sem ter confirmado a disponibilidade do guia credenciado pode encontrar acesso restrito. Uma hospedagem mal escolhida em São Luís pode significar duas horas de deslocamento até o Centro Histórico. Um roteiro que não respeita as distâncias reais entre sítios no interior de Minas resulta em dias exaustivos.
O trabalho de planejamento que a Sambaqui faz é, em essência, o de quem conhece o campo — e coloca esse conhecimento a serviço de quem quer viajar com mais qualidade e menos imprevistos operacionais.
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